13 Otimizações Essenciais que Seu E-Commerce Precisa Neste Momento

 Durante a pandemia da Covid-19, as vendas online aumentaram.
Porém algumas otimizações podem ser feitas para vender mais em seu e-commerce e passar por essa crise com melhores resultados.
Apesar do crescimento do e-commerce neste momento, é preciso considerar a retração geral do consumo. E neste momento de crise os consumidores estão cautelosos e cortando gastos.
Comportamentos usuais se tornaram mais acentuados: descontos e promoções estão sendo mais exigidos, e os clientes estão buscando mais segurança para não errar na compra.
Além disso, houve mudança de comportamento em relação às categorias mais procuradas, por exemplo: alimentação, cuidados pessoais, produtos infantis e itens para a casa estão em alta.
É necessário adaptar o tom do marketing, em respeito ao cenário que estamos vivendo. Não dá para desvincular as suas ações de marketing do contexto da pandemia.

Como a sua loja pode ajudar os consumidores de acordo com as suas necessidades? Como se adaptar às mudanças de prioridades de consumo? Como oferecer segurança, conforto, bem-estar em um período de tanta vulnerabilidade? São questões como essas que você precisa considerar agora.

13 otimizações para vender mais em seu e-commerce na pandemia (e depois também)

 

1. Insira produtos estratégicos na vitrine

Identifique os produtos que trazem maior margem de lucro e trabalhe com eles para aumentar eficiência e lucratividade nesse momento.
Dê a eles destaque na sua home.
Dê uma olhada nas categorias que estão com mais procura no momento, como produtos para casa, alimentação, entretenimento doméstico e higiene e foque neles.


2. Informe sobre suas operações durante a pandemia

Mudanças de operação e os impactos da Covid-19 no seu negócio precisam ser claros e visíveis ao consumidor. Informações que você deve divulgar:

  • Mudanças nos prazos de entrega;

  • Mudanças no horário de atendimento;

  • Doações e ações de impacto social da empresa;

  • Disponibilidade de estoque;

  • Medidas de higienização dos produtos;

  • Transparência sobre eventuais demissões.

3. Ofereça um atendimento ágil e prestativo

Especialmente nesta época de crise, o atendimento no e-commerce é essencial para transmitir segurança. Muitos clientes estão fazendo suas primeiras compras online ou estão receosos de gastar o seu dinheiro.
Esteja disponível para tirar dúvidas e resolver problemas rapidamente. 

4. Ofereça todas as informações da empresa

O consumidor está mais vulnerável, não só por causa da crise financeira mas também porque as fraudes digitais se tornaram mais frequentes.
A transparência não é apenas uma exigência legal. Prestar todas as informações aos clientes, de forma clara e visível, também transmite segurança para as compras.

Razão social, endereço físico e todas as informações de produto, preço, pagamento, trocas e devoluções, devem estar em local de destaque e de fácil visualização.

5. Adicione sinais de segurança do site

As fraudes estão aumentando e o consumidor está mais receoso, é preciso garantir que seu site seja realmente seguro para ele.
Utilize os selos fornecidos por instituições como Ebit, Reclame Aqui, Certisign e Site Blindado.
Tenha também o Certificado SSL, que ativa o protocolo HTTPS e exibe um cadeado na barra do navegador. Esse certificado garante a segurança das transações e mostra ao usuário que ele está em ambiente protegido.

 6. Invista em boas imagens dos produtos

Investir em boas imagens dos produtos também é uma forma de dar segurança ao comprador e ajudar na sua tomada de decisão, reduzindo desta forma as possibilidades de trocas e devoluções.
Então, faça fotos de todos os ângulos (com possibilidade de zoom), de detalhes, dos produtos em uso, dentro de um contexto para ter ideia do seu tamanho.
Fotos profissionais ajudam bastante. Você pode fazer isso em casa com estúdios fotograficos portateis como os da Mutu: www.mutu.com.br - um excelente custo-benefício.
Se possível, inclua uma demonstração do produto em vídeo.

7. Facilite a ação de adicionar ao carrinho

Quando o usuário está pronto para comprar, ele clica em “Comprar”, “Adicionar ao carrinho” ou “Adicionar à sacola”.
Após essa ação, o site tem duas opções:

  • Manter o usuário na mesma página, o que incentiva a comprar mais itens, mas pode gerar muitos carrinhos abandonados;

  • Levar o usuário à página do carrinho, o que incentiva a finalizar logo a compra, mas desestimula a adicionar mais itens

As duas abordagens têm seus prós e contras, o que importa é dar um caminho claro para o comprador e não deixá-lo perdido.

8. Simplifique o processo de checkout

O processo de checkout precisa ser simples para não criar obstáculos. Se o consumidor enfrentar dificuldades, tiver que pensar muito, demorar para fazer o que deseja ou encontrar erros, pode acabar desistindo da compra.
O processo pode ser resumido em três etapas:
Identificação; Entrega; Pagamento.
É essencial eliminar distrações no processo. A maioria das lojas virtuais elimina os botões e links de navegação do site para evitar que o usuário siga outros caminhos e desista da compra . 

9. Vendas Cruzadas

Jamais perca a chance de aumentar o valor da compra do cliente. Foque em ofertas que sejam úteis para o consumidor) e relacionadas ao produto que ele está comprando. Você tem 2 opções:
Upsell, que são ofertas de produtos substitutos de maior valor;
Cross-sell, que são ofertas de itens complementares ao produto da compra.
Você pode fazer essas ofertas na própria página do produto, ao oferecer um novo modelo (upsell) e itens frequentemente comprados juntos (cross-sell).

10. Ofereça informações claras na página do carrinho

Seja transparente sobre todos os dados da compra: o preço do produto, taxas extras, formas de pagamento, condições de parcelamento, valor do frete, prazo de entrega etc.
No período da pandemia, é bem possível que as condições de entrega se alterem, com maiores prazos ou custos. Adicione um alerta sobre isso.

11. Revise as opções de entrega

Correios e transportadoras estenderam os prazos (e  custos em alguns casos) de entrega de correspondências e pedidos do e-commerce.
Portanto, revise também as opções de entrega do seu e-commerce. Talvez seja interessante adotar novas opções, como a retirada na loja (se possível) ou a negociação com outros fornecedores. Seja transparente com o consumidor avisando sobre as alterações de custos e prazos neste período.

12. Não destaque o cupom de desconto

O cupom de desconto é uma excelente ferramenta de marketing. Porém, dar destaque a ele no checkout pode ser desaconselhável.
É claro que você não pode escondê-lo, pois quem tem o cupom precisa saber onde inseri-lo. Mas quem não tem cupom, ao perceber que poderia ter desconto na compra, pode ficar frustrado, desistir da compra ou procurar a concorrência. Isso aumenta a chance de abandonar o carrinho ou de reduzir o valor da compra.

13. Invista em estratégias de pós-venda

Ao conquistar um cliente não encerre o trabalho na venda.
Surpreenda o cliente no pós-venda e aumente as chances dele retornar.
Algumas ações sugeridas:

  • Diferencie-se na entrega do produto, com algum brinde, embalagem diferenciada ou recado para o cliente;

  • Faça follow-up para saber se o cliente ficou satisfeito e dê dicas de uso do produto;

  • Utilize o e-mail marketing personalizado para manter um canal de comunicação e informar sobre ofertas e novos produtos;

  • Utilize o remarketing para oferecer produtos relacionados à sua compra;

  • Crie programas de fidelidade.

É importante adotar medidas de fidelização na crise para explorar as compras recorrentes e aumentar a sua base para o futuro.
Provavelmente muita gente vai comprar pela primeira vez na sua loja. Então, conquiste de vez essas pessoas e mostre que vale a pena continuar comprando com você. Mesmo quem já era cliente merece um atendimento especial, porque está priorizando a sua loja em um momento crítico.
O consumidor deve estar no centro das suas estratégias sempre, assim você vai conseguir vender mais mesmo durante uma crise.
As otimizações vão dar resultados não só agora, mas também no futuro pós-pandemia e manterão seu negócio sustentável.